História da devoção à Mãe da Santa Esperança

MãeEsperança 0010A devoção à Maria, virgem e Mãe, sob a invocação de Mãe da Santa Esperança, desenvolveu-se na Congregação Passionista desde as suas origens. Foi seu principal promotor o grande missionário padre Tomás Struzzieri, depois elevado à dignidade episcopal. Quando pregava missões, levava sempre consigo a imagem de Nossa Senhora sob esse título devocional. Mais tarde, aquela imagem foi reproduzida em série e começou a ser colocada nos quartos dos nossos cristãos religiosos conventuais, para que voltassem para Ela o seu olhar, invocando-A nas suas necessidades espirituais. Maria virgem – a Mãe da Santa Esperança, tornou-se, assim, em modelo único e firme apoio da nossa própria esperança. A esperança que Nossa Senhora nos apresenta e a que nos chama está representada na Cruz que o Menino sustenta na mão, como sinal do seu amor por nós, manifestado até à morte de cruz.

 

“Eu sou a mãe do amor e do temor, do conhecimento e da Santa Esperança. A todos os meus filhos concedo bens eternos àqueles que ele escolheu” (Eclo 24,18).